A Cajueiro Solutions é um studio que produz sites profissionais para negócios da sua cidade — de qualquer ramo. Pizzaria, barbearia, marcenaria, consultório, pousada: quem precisa ser encontrado é cliente. Sua parte é conversar, apresentar e fechar — você não desenha, não escreve e não programa nada. A cada venda, você ganha comissão.
10 sites fechados no mês valem R$ 6.000 de comissão. Este guia ensina o caminho do zero: onde achar cliente, o que dizer e como fechar.
Uma HQ animada que resume a oportunidade inteira — quem produz, quem vende e quanto dá pra ganhar.
Ele não entende de tecnologia. Só sabe conversar. 2 min.
Leia na ordem na primeira vez. Depois, volte aqui e pule direto para o que precisar na conversa.
O cliente do seu futuro cliente pesquisa no Google antes de decidir. Ele não escolhe o melhor profissional da cidade — escolhe o melhor que ele consegue encontrar e conferir. Entre a competência real e a informação pública sobre ela existe um vão. É esse vão que a Cajueiro fecha, e é isso que você vende.
das pessoas pesquisam no Google antes de escolher um profissional de saúde. O dado vem da medicina, mas o comportamento é o mesmo de quem procura um advogado, uma pousada ou uma oficina: a decisão começa na busca, não no balcão.
dos cliques ficam na primeira página do Google. Quem não aparece ali, para o cliente, praticamente não existe — por mais competente que seja.
Quem tem só rede social vive de um perfil que some em horas e que não aparece no Google. Um site próprio ancora tudo — e é do dono, não de uma plataforma. Você vende esse chão firme.
Todo cliente recebe exatamente o mesmo escopo. Você não precisa combinar detalhe técnico nenhum — é só saber o que está incluído.
Design 100% personalizado, desenhado a partir de uma entrevista — nunca um modelo pronto. O texto do site também é escrito pela equipe, do zero. Sai junto o Brand Kit: paleta, tipografia e tom de voz da marca.
O site é rápido e seguro, funciona impecável no celular e sai pronto para ser encontrado na busca. Vem com o guia do perfil no Google — a ficha que aparece com mapa, horário e fotos.
Sem mensalidade obrigatória. O site e o código pertencem ao cliente — ele não fica preso a ninguém. Já vem com página de privacidade e conformidade com a lei de dados (LGPD).
Esta lista vende tanto quanto a de cima. Com cliente da saúde ela é o argumento central: o conselho tem regras duras de publicidade, e um site errado vira risco para o registro dele — risco que ele paga sozinho.
Diga com todas as letras: "essa régua a Cajueiro cuida por padrão". O cliente da saúde respira.
Saiba de cor, porque escopo prometido é dívida da equipe. Nada disso está incluído:
Pediram algo fora da lista de cima? "Deixa eu confirmar com a equipe" — e confirme antes de prometer.
Tudo começa pela venda. Os passos 2, 3 e 4 só existem depois que o cliente fechou — antes disso não há projeto, só conversa. Você conduz os dois primeiros; o trabalho pesado dos dois últimos é todo da Cajueiro.
Você aborda, apresenta e fecha. É a sua etapa — e a única que decide se as outras três vão acontecer. Fechou? O cliente paga e o projeto entra na fila.
Você conduzUma conversa para entender a marca e os objetivos. É a única parte que pede o tempo do cliente.
Você agendaEstratégia, design, textos, otimização para o Google e desenvolvimento. O cliente não faz nada.
CajueiroO cliente revisa cada detalhe, aprova, e o site é publicado. Junto vai o diagnóstico completo da presença digital dele: o relatório inteiro, com nota e o caminho de cada ponto. Bônus da entrega, não custa nada a mais.
CajueiroQuando o cliente não fecha na hora, você não desiste nem insiste: pede a prévia à Cajueiro. São três pontos concretos do que aparece hoje quando alguém procura aquele negócio no Google. Você entrega, mostra que olhou de verdade, e volta para a conversa de venda com prova na mão — de novo no passo 1, agora com argumento.
Depois de no ar, ajustes futuros são opcionais e cobrados por hora (R$ 100/h, mínimo de R$ 50). Não há assinatura escondida.
Ninguém acorda querendo um site — nem sabendo o que é design responsivo ou SEO. O que o dono do negócio quer é cliente entrando pela porta. Você não vende o produto: vende o que ele destrava. E faz isso sem prometer nada, porque o site não cria demanda — coloca o negócio diante da que já existe. Estes são os quatro papéis. Escolha o que dói naquele cliente e fale só dele.
Alguém digita o que precisa e escolhe entre o que aparece. 90% dos cliques ficam na primeira página — quem não está ali não perde cliente fazendo barulho: perde em silêncio, sem nunca saber.
Fala assim: "o site não vai te trazer cliente do nada — ele te coloca na frente de quem já está procurando o que você faz."
Este é o mais importante — e o que ninguém enxerga. A pessoa ouve o nome do seu cliente num almoço de domingo e pesquisa antes de ligar na segunda. Não encontrando nada, ou achando uma ficha vazia, a indicação esfria sem que ninguém fique sabendo. O site é onde o sim é confirmado.
Fala assim: "quando um colega te indica, o que a pessoa encontra ao digitar o seu nome no Google?"
Onze da noite de terça: alguém no sofá resolve um problema no celular, olha duas ou três opções, descarta as que não dizem nada e deixa a mensagem pronta. A decisão aconteceu com a cidade inteira fechada — e quem foi escolhido só descobre de manhã.
Fala assim: "é o único vendedor que trabalha de madrugada sem pedir hora extra."
Quem vive de rede social mora de aluguel: a conta pode ser bloqueada amanhã, o alcance muda na próxima atualização e a regra é sempre da plataforma. O site é do cliente — domínio, código e conteúdo no nome dele, sem mensalidade obrigatória. A rede continua útil; passa a ter chão firme embaixo.
Fala assim: "a sua página é do Instagram. O seu site é seu."
Recitar os quatro de cor não convence ninguém. Papel aplicado, sim — escolha um antes de abrir a boca:
Repare no que nenhum deles diz: "vai lotar sua agenda", "vai vender mais", "vai aparecer em primeiro". Você nunca promete resultado nem posição — ninguém controla a ordem da busca nem a agenda de ninguém, e na saúde uma promessa publicada vira infração que o cliente paga sozinho. O que você promete é o que a Cajueiro entrega: um site pronto para ser encontrado e conferido. Prometer menos e entregar mais é o que faz a segunda venda, e a indicação depois dela.
Não precisa de lista cara nem de anúncio. O melhor terreno de prospecção é público e está aberto agora.
Abra o mapa do Google na sua cidade e procure por uma categoria de negócio — "dentista", "pousada", "oficina". Vá abrindo as fichas: você vai achar negócios sem site nenhum, ou com uma ficha vazia, sem foto e com horário desatualizado. Cada um desses é um cliente em potencial. A cada venda fechada, peça uma indicação: profissional bom conhece outro. É de graça, cabe no bolso e roda do seu celular.
Anote o sinal ao lado de cada nome — é ele que vira o assunto da sua primeira conversa. Lista sem sinal produz ligação fria. E priorize o cruzamento nota alta + sem site: negócio bom e invisível é a venda mais natural que existe. No sentido oposto, pense duas vezes diante de nota baixa cheia de reclamação — site não conserta balcão ruim, e o seu nome vai junto com a entrega.
A abordagem não vende o site — ela ganha a próxima conversa. Você abre com uma observação simples sobre o que aparece hoje quando alguém procura aquele negócio no Google, apresenta e tenta fechar ali. Fechou, pulou direto para o passo 2. Não fechou? Aí você pede a prévia à Cajueiro, entrega, e volta com prova na mão. Os scripts abaixo são um ponto de partida — troque o que está [entre colchetes] e adapte à sua voz.
Confundir os dois custa a venda. Saiba a diferença de cor:
Nunca prometa o relatório completo antes do fechamento. Se o cliente pedir mais que os três pontos, a resposta é a verdade: o raio-X inteiro vem junto com o site, como bônus.
Oi, tudo bem? Eu trabalho com criação de site para negócios daqui da cidade. Procurei o [nome do negócio] no Google antes de entrar e reparei que [não achei site / o que achei está desatualizado]. Minha equipe levanta os três pontos principais do que aparece hoje quando um cliente procura vocês — de graça. Se você me passar seu WhatsApp, eu te mando essa semana, sem compromisso nenhum.
Oi, [nome]! Aqui é o [seu nome]. Eu trabalho com criação de site para profissionais e negócios da região. Dei uma olhada em como o [negócio] aparece hoje no Google e vi alguns pontos que dá para melhorar. Minha equipe separa os três principais e eu te mando — de graça, sem compromisso. Posso enviar quando ficar pronto?
Oi, [nome]! O [cliente que indicou] fez o site com a gente e comentou que talvez fizesse sentido pra você também. Trabalho com criação de site para [categoria]. Queria te oferecer o mesmo que fiz pra ele: os três principais pontos de como o seu negócio aparece no Google hoje, de graça. Te mando essa semana?
Oi, [nome]! Ficou pronto o levantamento que te falei. São os três pontos que mais pesam hoje quando um cliente procura por você: [ponto 1], [ponto 2] e [ponto 3]. É exatamente isso que a gente resolve: um site próprio, com a cara da sua marca, rápido e feito para aparecer no Google — com os textos escritos pela nossa equipe. Você aprova cada detalhe antes de entrar no ar, fica pronto em 7 dias, e junto com o site vai o raio-X completo da sua presença digital, de bônus. Quer que eu te explique os três pontos numa ligação rápida?
O investimento é de R$ 2.000, uma vez só, sem mensalidade — o site e o código são seus. Dá para pagar à vista no Pix ou em até dez vezes no cartão — dá R$ 200 por mês. Junto com a entrega vai o raio-X completo da sua presença digital, de bônus. A gente começa com uma conversa de estratégia; o resto do trabalho é todo nosso. Quer que eu já reserve o seu horário com a equipe?
Real apresentado como real; demonstração apresentada como demonstração. Confundir os dois é a mentira mais fácil de cometer sem querer — e a que mais custa caro.
Como dizer: "este aqui é um cliente nosso de verdade, do seu mundo — pode abrir agora no seu celular. E estes outros são protótipos de demonstração: servem para o senhor ver o estilo, não são clientes. Prefiro te mostrar menos e mostrar só o que é real." Na prova nunca entra comparação com concorrente.
Guarde estes quatro no celular. Serve para responder "como é que fica?" e, principalmente, para o dono se ver ali — mostre o mais parecido com o negócio dele.
Agência Babá Araranguá
Agência de babás · Araranguá/SC
Demonstração
Forno della Nonna
Pizzaria · cardápio e reserva
Demonstração
Navalha & Latão
Barbearia · agenda pelo WhatsApp
Demonstração
Marcenaria Cerne
Ofício · portfólio de trabalhos
São 22 no total — pizzaria, pousada, pet shop, academia, doceria, consultório, estúdio de pilates. Tem exemplo do ramo de quase todo prospect que você vai abordar.
Ver o portfólio completoTente fechar de primeira. Se não der, a prévia te devolve à mesa — e é voltando que se fecha.
Nenhuma delas é motivo para desistir. Todas têm uma resposta curta e honesta.
Não existe ramo que a gente não atenda. Se o negócio precisa ser encontrado, conferido ou atendido fora do horário, ele é cliente — e isso é praticamente todo mundo.
Esta lista não é um ranking nem um filtro: é repertório. São ângulos e aberturas prontas para os ramos que já apareceram até aqui. Bata no que estiver na sua frente — e vá anotando o que abriu porta e o que não abriu. Quem descobre onde a venda sai mais fácil é o campo, não esta página; conforme os números aparecerem, a gente ajusta isto aqui com o que você viu.
Onde existe regra de publicidade profissional, ela está anotada no card. Não é sinal de "evite" — é a régua que a Cajueiro já cumpre por padrão, e saber disso na conversa fecha venda.
"Oficina perto de mim" é uma das buscas de maior intenção que existem — quem procura quer resolver agora. E quase nenhuma oficina tem um site decente. O terreno está aberto.
Abertura: "se eu digitar 'oficina perto de mim' aqui, a sua aparece?"
Nesse mundo, imagem é tudo, e o trabalho bonito só existe dentro da rede social. Muito negócio para prospectar em pouco quarteirão — bom nicho para ganhar ritmo e acumular indicações.
Abertura: "onde um cliente novo vê o seu trabalho sem depender da rede social?"
Argumento aritmético, não fé: as plataformas de reserva cobram até 18% de comissão, e muitos têm quase tudo nesse canal alugado. Site próprio significa reserva direta e margem de volta ao bolso.
Abertura: "quanto você pagou de comissão para as plataformas de reserva mês passado?"
O argumento é marca própria: no aplicativo de entrega, a página dele é igual à do vizinho e o cliente é do aplicativo. O site devolve o balcão ao dono — cardápio, reservas e o Google mostrando o negócio do jeito certo.
A decisão do paciente é digital e acontece antes da consulta. Desde 2024 o médico pode divulgar o valor da consulta e campanhas — e a maioria não sabe disso. Isso é conversa e diferencial.
Mesma dor do médico: o paciente pesquisa antes. A diferença é a régua — o dentista não pode publicar preço no site. Um site feito errado cria risco para o registro dele no conselho.
Fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos. A mesma lógica de reputação: o cliente confere antes de marcar. As regras de publicidade mudam conforme o conselho de cada profissão.
A Ordem dos Advogados restringe muito a publicidade. Dá para vender um site institucional sóbrio, sério, de autoridade — mas sem oferta agressiva, promessa ou apelo comercial.
Contadores, imobiliárias, arquitetos, pet shops. Vale avaliar um a um. Onde já existe uma plataforma barata que entrega o site junto do sistema, a venda fica mais dura.
Elas protegem a sua reputação, a da Cajueiro e — no caso da saúde — o registro do próprio cliente no conselho. Uma promessa errada pode virar uma infração que ele paga sozinho.
Nada de "vai lotar sua agenda" ou "vai vender mais". Você vende ser encontrado e verificado — nunca um número garantido.
Ninguém controla a ordem da busca. Você promete um site pronto para ser encontrado, não uma posição.
Nunca cite nem critique outra empresa pelo nome. Fale do que o produto entrega, não do que os outros fazem de errado.
O prazo é 7 dias a partir da entrevista, mais 30 de revisão. O escopo é o que está neste guia. Não prometa página extra, integração ou entrega que você não combinou com a equipe.
O preço é R$ 2.000, e desconto só existe no pagamento à vista: até 10% (R$ 1.800) você concede sozinho. Abaixo disso, só com o Marcelo — e o desconto sai da sua comissão, porque ela é percentual.
A postura é de professor, não de vendedor de curso: você explica direito e deixa o cliente decidir. Confiança sem euforia vende mais — e não deixa conta para ninguém pagar depois.
A meta é 10 sites fechados no mês. Parece muito até você fazer a conta de quantas conversas isso exige — e ela é bem menor do que parece.
Essa é "a conta da prospecção": quantas conversas viram quantas vendas. Você não controla quem fecha, mas controla quantas conversas começa. Aumente o topo e o resultado sobe junto.
São 25% de cada venda — R$ 500 por site a preço de tabela — mais R$ 1.000 de bônus a cada 10 vendas no mês. A conta completa está na página de comissões.
Chama o Marcelo no WhatsApp para alinhar os primeiros passos, tirar dúvidas e receber o que você precisa para vender. A parceria começa com uma conversa.
Falar com o Marcelo Proposta comercial — condições formalizadas em contrato de representação.