Parceria Cajueiro Solutions · Guia do revendedor

Você vende sites. Quem faz é a gente.

A Cajueiro Solutions é um studio que produz sites profissionais para negócios da sua cidade — de qualquer ramo. Pizzaria, barbearia, marcenaria, consultório, pousada: quem precisa ser encontrado é cliente. Sua parte é conversar, apresentar e fechar — você não desenha, não escreve e não programa nada. A cada venda, você ganha comissão.

10 sites fechados no mês valem R$ 6.000 de comissão. Este guia ensina o caminho do zero: onde achar cliente, o que dizer e como fechar.

Comece por aqui

Antes de ler: a história do Rui, em 2 minutos.

Uma HQ animada que resume a oportunidade inteira — quem produz, quem vende e quanto dá pra ganhar.

Rui e a Porta do Bairro

Ele não entende de tecnologia. Só sabe conversar. 2 min.

Sumário

O guia inteiro, em nove passos.

Leia na ordem na primeira vez. Depois, volte aqui e pule direto para o que precisar na conversa.

1 O que você está vendendo

Você não vende "um site". Vende ser encontrado e verificado por quem já procura.

O cliente do seu futuro cliente pesquisa no Google antes de decidir. Ele não escolhe o melhor profissional da cidade — escolhe o melhor que ele consegue encontrar e conferir. Entre a competência real e a informação pública sobre ela existe um vão. É esse vão que a Cajueiro fecha, e é isso que você vende.

77%

das pessoas pesquisam no Google antes de escolher um profissional de saúde. O dado vem da medicina, mas o comportamento é o mesmo de quem procura um advogado, uma pousada ou uma oficina: a decisão começa na busca, não no balcão.

90%

dos cliques ficam na primeira página do Google. Quem não aparece ali, para o cliente, praticamente não existe — por mais competente que seja.

Quem tem só rede social vive de um perfil que some em horas e que não aparece no Google. Um site próprio ancora tudo — e é do dono, não de uma plataforma. Você vende esse chão firme.

2 O produto na palma da mão

Um pacote fechado, sempre igual, pronto em 7 dias.

Todo cliente recebe exatamente o mesmo escopo. Você não precisa combinar detalhe técnico nenhum — é só saber o que está incluído.

Feito à mão

Design 100% personalizado, desenhado a partir de uma entrevista — nunca um modelo pronto. O texto do site também é escrito pela equipe, do zero. Sai junto o Brand Kit: paleta, tipografia e tom de voz da marca.

Achado no Google

O site é rápido e seguro, funciona impecável no celular e sai pronto para ser encontrado na busca. Vem com o guia do perfil no Google — a ficha que aparece com mapa, horário e fotos.

É do cliente

Sem mensalidade obrigatória. O site e o código pertencem ao cliente — ele não fica preso a ninguém. Já vem com página de privacidade e conformidade com a lei de dados (LGPD).

O que nunca entra no site

Esta lista vende tanto quanto a de cima. Com cliente da saúde ela é o argumento central: o conselho tem regras duras de publicidade, e um site errado vira risco para o registro dele — risco que ele paga sozinho.

  • Promessa de resultado
  • "O melhor da cidade" e qualquer superlativo
  • Depoimento de paciente com estrelinhas
  • Antes e depois fora dos critérios do conselho
  • Formulário que colete queixa de saúde em campo aberto
  • Sensacionalismo

Diga com todas as letras: "essa régua a Cajueiro cuida por padrão". O cliente da saúde respira.

O que a Cajueiro não faz

Saiba de cor, porque escopo prometido é dívida da equipe. Nada disso está incluído:

  • Não registramos o domínio — orientamos o cliente a registrar no nome dele
  • Não criamos o perfil do Google — entregamos o guia, a conta é dele
  • Não fazemos loja virtual
  • Não gerenciamos redes sociais
  • Não há suporte contínuo incluso (ajustes são por hora)

Pediram algo fora da lista de cima? "Deixa eu confirmar com a equipe" — e confirme antes de prometer.

O caminho de uma venda, do começo ao fim

Tudo começa pela venda. Os passos 2, 3 e 4 só existem depois que o cliente fechou — antes disso não há projeto, só conversa. Você conduz os dois primeiros; o trabalho pesado dos dois últimos é todo da Cajueiro.

1

A venda

Você aborda, apresenta e fecha. É a sua etapa — e a única que decide se as outras três vão acontecer. Fechou? O cliente paga e o projeto entra na fila.

Você conduz
2

Entrevista de estratégia

Uma conversa para entender a marca e os objetivos. É a única parte que pede o tempo do cliente.

Você agenda
3

A gente constrói

Estratégia, design, textos, otimização para o Google e desenvolvimento. O cliente não faz nada.

Cajueiro
4

Entra no ar — com o diagnóstico junto

O cliente revisa cada detalhe, aprova, e o site é publicado. Junto vai o diagnóstico completo da presença digital dele: o relatório inteiro, com nota e o caminho de cada ponto. Bônus da entrega, não custa nada a mais.

Cajueiro
Não fechou no passo 1?

A prévia gratuita é a sua segunda tentativa — não o começo do processo.

Quando o cliente não fecha na hora, você não desiste nem insiste: pede a prévia à Cajueiro. São três pontos concretos do que aparece hoje quando alguém procura aquele negócio no Google. Você entrega, mostra que olhou de verdade, e volta para a conversa de venda com prova na mão — de novo no passo 1, agora com argumento.

  • Quem produz é a Cajueiro. Você manda o nome do negócio; a gente monta e devolve pronto. Você só entrega.
  • São três pontos, não o relatório. O raio-X completo é bônus da entrega do site (passo 4) — nunca prometa ele antes do fechamento.
  • Sem compromisso para o cliente. A prévia é gratuita, mesmo que ele nunca compre. É o que a torna honesta.

Depois de no ar, ajustes futuros são opcionais e cobrados por hora (R$ 100/h, mínimo de R$ 50). Não há assinatura escondida.

3 Por que é fácil de defender

O cliente não compra um site. Compra ser encontrado e conferido por quem já procura.

Ninguém acorda querendo um site — nem sabendo o que é design responsivo ou SEO. O que o dono do negócio quer é cliente entrando pela porta. Você não vende o produto: vende o que ele destrava. E faz isso sem prometer nada, porque o site não cria demanda — coloca o negócio diante da que já existe. Estes são os quatro papéis. Escolha o que dói naquele cliente e fale só dele.

Estar no caminho de quem já procura

Alguém digita o que precisa e escolhe entre o que aparece. 90% dos cliques ficam na primeira página — quem não está ali não perde cliente fazendo barulho: perde em silêncio, sem nunca saber.

Fala assim: "o site não vai te trazer cliente do nada — ele te coloca na frente de quem já está procurando o que você faz."

Confirmar a confiança de quem indicou

Este é o mais importante — e o que ninguém enxerga. A pessoa ouve o nome do seu cliente num almoço de domingo e pesquisa antes de ligar na segunda. Não encontrando nada, ou achando uma ficha vazia, a indicação esfria sem que ninguém fique sabendo. O site é onde o sim é confirmado.

Fala assim: "quando um colega te indica, o que a pessoa encontra ao digitar o seu nome no Google?"

Atender com o negócio fechado

Onze da noite de terça: alguém no sofá resolve um problema no celular, olha duas ou três opções, descarta as que não dizem nada e deixa a mensagem pronta. A decisão aconteceu com a cidade inteira fechada — e quem foi escolhido só descobre de manhã.

Fala assim: "é o único vendedor que trabalha de madrugada sem pedir hora extra."

Ter chão próprio, não chão alugado

Quem vive de rede social mora de aluguel: a conta pode ser bloqueada amanhã, o alcance muda na próxima atualização e a regra é sempre da plataforma. O site é do cliente — domínio, código e conteúdo no nome dele, sem mensalidade obrigatória. A rede continua útil; passa a ter chão firme embaixo.

Fala assim: "a sua página é do Instagram. O seu site é seu."

Qual papel usar em cada cliente

Recitar os quatro de cor não convence ninguém. Papel aplicado, sim — escolha um antes de abrir a boca:

  • Oficinas, chaveiros, serviços de urgência → ser encontrado. "Oficina perto de mim" é busca de quem está com o carro parado agora.
  • Salões, restaurantes e pousadas → chão próprio. O trabalho bonito só existe dentro da plataforma, com a cara da plataforma — e a plataforma cobra por isso.
  • Quem vive de indicação → ser conferido. Marceneiro, arquiteto, consultório, contador: o indicado pesquisa o nome antes de ligar, e reputação é o produto.
  • Loja, ateliê, produtor → atender fechado. Vitrine acesa às 23h, quando ninguém está no balcão para responder.

A linha vermelha destes quatro argumentos

Repare no que nenhum deles diz: "vai lotar sua agenda", "vai vender mais", "vai aparecer em primeiro". Você nunca promete resultado nem posição — ninguém controla a ordem da busca nem a agenda de ninguém, e na saúde uma promessa publicada vira infração que o cliente paga sozinho. O que você promete é o que a Cajueiro entrega: um site pronto para ser encontrado e conferido. Prometer menos e entregar mais é o que faz a segunda venda, e a indicação depois dela.

4 Onde encontrar clientes

Seu escritório é o celular. Seu mapa é o Google Maps.

Não precisa de lista cara nem de anúncio. O melhor terreno de prospecção é público e está aberto agora.

O método prático

Abra o mapa do Google na sua cidade e procure por uma categoria de negócio — "dentista", "pousada", "oficina". Vá abrindo as fichas: você vai achar negócios sem site nenhum, ou com uma ficha vazia, sem foto e com horário desatualizado. Cada um desses é um cliente em potencial. A cada venda fechada, peça uma indicação: profissional bom conhece outro. É de graça, cabe no bolso e roda do seu celular.

Sinais de que o negócio precisa (e você aponta na conversa)

Anote o sinal ao lado de cada nome — é ele que vira o assunto da sua primeira conversa. Lista sem sinal produz ligação fria. E priorize o cruzamento nota alta + sem site: negócio bom e invisível é a venda mais natural que existe. No sentido oposto, pense duas vezes diante de nota baixa cheia de reclamação — site não conserta balcão ruim, e o seu nome vai junto com a entrega.

5 A conversa de venda, passo a passo

Tente fechar na primeira conversa. A prévia é a sua segunda chance.

A abordagem não vende o site — ela ganha a próxima conversa. Você abre com uma observação simples sobre o que aparece hoje quando alguém procura aquele negócio no Google, apresenta e tenta fechar ali. Fechou, pulou direto para o passo 2. Não fechou? Aí você pede a prévia à Cajueiro, entrega, e volta com prova na mão. Os scripts abaixo são um ponto de partida — troque o que está [entre colchetes] e adapte à sua voz.

Prévia e diagnóstico completo não são a mesma coisa

Confundir os dois custa a venda. Saiba a diferença de cor:

  • A prévia — sua ferramenta de reabertura. Três pontos concretos, gratuitos, do que aparece hoje. Serve para provar que você olhou de verdade e trazer o cliente de volta à mesa. É só isso: três dicas.
  • O diagnóstico completo — o que ele ganha ao fechar. O relatório inteiro, com nota e cada ponto destrinchado, entregue junto com o site. É bônus da entrega, não isca de venda.

Nunca prometa o relatório completo antes do fechamento. Se o cliente pedir mais que os três pontos, a resposta é a verdade: o raio-X inteiro vem junto com o site, como bônus.

Abordagem presencial

Oi, tudo bem? Eu trabalho com criação de site para negócios daqui da cidade. Procurei o [nome do negócio] no Google antes de entrar e reparei que [não achei site / o que achei está desatualizado]. Minha equipe levanta os três pontos principais do que aparece hoje quando um cliente procura vocês — de graça. Se você me passar seu WhatsApp, eu te mando essa semana, sem compromisso nenhum.

Abordagem por WhatsApp

Oi, [nome]! Aqui é o [seu nome]. Eu trabalho com criação de site para profissionais e negócios da região. Dei uma olhada em como o [negócio] aparece hoje no Google e vi alguns pontos que dá para melhorar. Minha equipe separa os três principais e eu te mando — de graça, sem compromisso. Posso enviar quando ficar pronto?

Abordagem por indicação

Oi, [nome]! O [cliente que indicou] fez o site com a gente e comentou que talvez fizesse sentido pra você também. Trabalho com criação de site para [categoria]. Queria te oferecer o mesmo que fiz pra ele: os três principais pontos de como o seu negócio aparece no Google hoje, de graça. Te mando essa semana?

Follow-up — entregando a prévia de 3 pontos

Oi, [nome]! Ficou pronto o levantamento que te falei. São os três pontos que mais pesam hoje quando um cliente procura por você: [ponto 1], [ponto 2] e [ponto 3]. É exatamente isso que a gente resolve: um site próprio, com a cara da sua marca, rápido e feito para aparecer no Google — com os textos escritos pela nossa equipe. Você aprova cada detalhe antes de entrar no ar, fica pronto em 7 dias, e junto com o site vai o raio-X completo da sua presença digital, de bônus. Quer que eu te explique os três pontos numa ligação rápida?

Fechamento

O investimento é de R$ 2.000, uma vez só, sem mensalidade — o site e o código são seus. Dá para pagar à vista no Pix ou em até dez vezes no cartão — dá R$ 200 por mês. Junto com a entrega vai o raio-X completo da sua presença digital, de bônus. A gente começa com uma conversa de estratégia; o resto do trabalho é todo nosso. Quer que eu já reserve o seu horário com a equipe?

A prova que você mostra — e a regra que não se quebra

Real apresentado como real; demonstração apresentada como demonstração. Confundir os dois é a mentira mais fácil de cometer sem querer — e a que mais custa caro.

  • agenciababaararangua.com.br — cliente real, agência de babás em Araranguá. Site no ar, com contrato.
  • dr.reinehr.org e Mikael Caetano, psicólogo — clientes reais de profissão regulada. Para prospect da saúde é a melhor carta: mesmo mundo, mesma régua.
  • bigpeixes.pages.dev — pesque-pague no interior. Prova que o padrão não é só de consultório.
  • cajueiro.solutions/portfolio — 22 sites, a maioria protótipos de demonstração, não clientes. Servem para o cliente ver estilo e acabamento. Anuncie sempre como demonstração.

Como dizer: "este aqui é um cliente nosso de verdade, do seu mundo — pode abrir agora no seu celular. E estes outros são protótipos de demonstração: servem para o senhor ver o estilo, não são clientes. Prefiro te mostrar menos e mostrar só o que é real." Na prova nunca entra comparação com concorrente.

Quatro do portfólio, de quatro mundos diferentes

Guarde estes quatro no celular. Serve para responder "como é que fica?" e, principalmente, para o dono se ver ali — mostre o mais parecido com o negócio dele.

São 22 no total — pizzaria, pousada, pet shop, academia, doceria, consultório, estúdio de pilates. Tem exemplo do ramo de quase todo prospect que você vai abordar.

Ver o portfólio completo

Tente fechar de primeira. Se não der, a prévia te devolve à mesa — e é voltando que se fecha.

6 Objeções e respostas

O que você vai ouvir — e o que responder.

Nenhuma delas é motivo para desistir. Todas têm uma resposta curta e honesta.

Já tenho Instagram.
Ótimo, mas rede social é território alugado: a conta pode cair ou ser bloqueada amanhã, e você não é o dono. O site é seu, aparece no Google e é onde o cliente confirma a confiança antes de decidir. Um leva ao outro.
Já tenho site.
A pergunta é se ele está te ajudando ou te atrapalhando. Se é lento, antigo ou invisível na busca, ele trabalha contra você. Deixa eu pedir para a minha equipe olhar e te apontar os três pontos que mais pesam — de graça. Se estiver tudo certo, eu mesmo te digo.
Tá caro.
É um investimento único, sem mensalidade — não volta todo mês. Ele se paga com poucos clientes novos que o próprio site trouxer. Caro é pagar por um site que ninguém acha.
Não tenho tempo.
Por isso a sua parte é uma conversa só. O resto — estratégia, design, textos, tudo — é com a gente. O trabalho pesado não é seu.
Vou pensar.
Combinado. Então o que fica combinado é o levantamento, não a decisão. Peço para a equipe separar os três pontos, te mando, e a gente se fala depois — você decide com a informação na mão.
Quanto tempo leva?
Da entrevista de estratégia até o site pronto são 7 dias. Depois o senhor tem 30 dias para revisar com calma, pedir os ajustes que quiser e aprovar — ninguém publica nada sem o seu sim.
7 Ramos: o ângulo de cada um

Todo negócio é cliente. O que muda é o ângulo.

Não existe ramo que a gente não atenda. Se o negócio precisa ser encontrado, conferido ou atendido fora do horário, ele é cliente — e isso é praticamente todo mundo.

Esta lista não é um ranking nem um filtro: é repertório. São ângulos e aberturas prontas para os ramos que já apareceram até aqui. Bata no que estiver na sua frente — e vá anotando o que abriu porta e o que não abriu. Quem descobre onde a venda sai mais fácil é o campo, não esta página; conforme os números aparecerem, a gente ajusta isto aqui com o que você viu.

Onde existe regra de publicidade profissional, ela está anotada no card. Não é sinal de "evite" — é a régua que a Cajueiro já cumpre por padrão, e saber disso na conversa fecha venda.

Oficinas mecânicas

"Oficina perto de mim" é uma das buscas de maior intenção que existem — quem procura quer resolver agora. E quase nenhuma oficina tem um site decente. O terreno está aberto.

Abertura: "se eu digitar 'oficina perto de mim' aqui, a sua aparece?"

Salões, barbearias e estética

Nesse mundo, imagem é tudo, e o trabalho bonito só existe dentro da rede social. Muito negócio para prospectar em pouco quarteirão — bom nicho para ganhar ritmo e acumular indicações.

Abertura: "onde um cliente novo vê o seu trabalho sem depender da rede social?"

Pousadas e hotéis pequenos

Argumento aritmético, não fé: as plataformas de reserva cobram até 18% de comissão, e muitos têm quase tudo nesse canal alugado. Site próprio significa reserva direta e margem de volta ao bolso.

Abertura: "quanto você pagou de comissão para as plataformas de reserva mês passado?"

Restaurantes

O argumento é marca própria: no aplicativo de entrega, a página dele é igual à do vizinho e o cliente é do aplicativo. O site devolve o balcão ao dono — cardápio, reservas e o Google mostrando o negócio do jeito certo.

Abertura: "quando alguém procura o restaurante pelo nome, o que aparece?" Nunca cite o aplicativo pelo nome.

Médicos

A decisão do paciente é digital e acontece antes da consulta. Desde 2024 o médico pode divulgar o valor da consulta e campanhas — e a maioria não sabe disso. Isso é conversa e diferencial.

O argumento é ser encontrado e conferido — nunca "vai lotar a agenda". Prometer resultado é a linha vermelha da seção 8, e vale para todo ramo; na saúde ela também protege o registro do cliente.

Dentistas

Mesma dor do médico: o paciente pesquisa antes. A diferença é a régua — o dentista não pode publicar preço no site. Um site feito errado cria risco para o registro dele no conselho.

Argumento: a Cajueiro cuida dessa régua por padrão. O site protege o registro dele no conselho — e isso fecha venda.

Saúde em geral

Fisioterapeutas, nutricionistas, psicólogos. A mesma lógica de reputação: o cliente confere antes de marcar. As regras de publicidade mudam conforme o conselho de cada profissão.

Cada conselho tem a sua régua — e a Cajueiro ajusta o site ao que a profissão do cliente permite. Você não precisa decorar norma nenhuma: basta dizer de qual conselho ele é.

Advogados

A Ordem dos Advogados restringe muito a publicidade. Dá para vender um site institucional sóbrio, sério, de autoridade — mas sem oferta agressiva, promessa ou apelo comercial.

A régua é o argumento: a Ordem restringe publicidade, e a Cajueiro entrega dentro da norma por padrão. O que se vende aqui é autoridade sóbria — e a tranquilidade de não virar processo disciplinar.

Serviços locais em geral

Contadores, imobiliárias, arquitetos, pet shops. Vale avaliar um a um. Onde já existe uma plataforma barata que entrega o site junto do sistema, a venda fica mais dura.

Se ele já ganha um site de brinde em algum sistema, a conversa muda de lugar: aquele site é do sistema, morre junto com a assinatura e é igual ao de todo mundo. O nosso é dele, com a cara dele, e fica.
8 As regras do jogo

Cinco coisas que você nunca faz.

Elas protegem a sua reputação, a da Cajueiro e — no caso da saúde — o registro do próprio cliente no conselho. Uma promessa errada pode virar uma infração que ele paga sozinho.

Prometer resultado

Nada de "vai lotar sua agenda" ou "vai vender mais". Você vende ser encontrado e verificado — nunca um número garantido.

Prometer "primeiro lugar no Google"

Ninguém controla a ordem da busca. Você promete um site pronto para ser encontrado, não uma posição.

Falar mal de concorrente

Nunca cite nem critique outra empresa pelo nome. Fale do que o produto entrega, não do que os outros fazem de errado.

Inventar prazo ou escopo

O prazo é 7 dias a partir da entrevista, mais 30 de revisão. O escopo é o que está neste guia. Não prometa página extra, integração ou entrega que você não combinou com a equipe.

Dar desconto além dos 10% à vista

O preço é R$ 2.000, e desconto só existe no pagamento à vista: até 10% (R$ 1.800) você concede sozinho. Abaixo disso, só com o Marcelo — e o desconto sai da sua comissão, porque ela é percentual.

A postura é de professor, não de vendedor de curso: você explica direito e deixa o cliente decidir. Confiança sem euforia vende mais — e não deixa conta para ninguém pagar depois.

9 A matemática da meta

Dez sites por mês cabem numa conta simples.

A meta é 10 sites fechados no mês. Parece muito até você fazer a conta de quantas conversas isso exige — e ela é bem menor do que parece.

~3
conversas novas por dia útil. Uma manhã no Google Maps rende isso com folga.
~60
conversas no mês. É o topo da conta: quanto mais gente você fala, mais previsível fica o resultado.
10
vendas no mês, fechando uma a cada seis conversas. Aí está a meta — e o teto continua acima dela.

Essa é "a conta da prospecção": quantas conversas viram quantas vendas. Você não controla quem fecha, mas controla quantas conversas começa. Aumente o topo e o resultado sobe junto.

Dez sites no mês valem R$ 6.000 de comissão.

São 25% de cada venda — R$ 500 por site a preço de tabela — mais R$ 1.000 de bônus a cada 10 vendas no mês. A conta completa está na página de comissões.

Ver a tabela de comissões
Bora começar

Leu o guia? Então vamos conversar.

Chama o Marcelo no WhatsApp para alinhar os primeiros passos, tirar dúvidas e receber o que você precisa para vender. A parceria começa com uma conversa.

Proposta comercial — condições formalizadas em contrato de representação.